"A vida e o amor Podem ser comparados com o beisebol. mesmo que se depare com um obstáculo não importa o quanto tente evitar, alguém precisa vencer para o jogo acabar. O coração dói em um amor não correspondido e, mesmo que tente fugir, não tem outra saída. Sendo correspondido, ou recebendo um fora sem misericordia, a única maneira de parar de sofrer é dizendo o que você sente. Só acaba quando você confronta a situação. Talvez o amor se pareça com o beisebol e o mundo é grande, existem muitos rivais. Talvez o amor se pareça com o beisebol... Existem muitos amores não correspondido que não foram declarados. Esses todos sabem o que precisam fazer, mas não fazem nada a respeito. Por isso amor não correspondido... dói." Sseureki (Trash)
Todo pensamento que você possui emite uma frequência para o Universo e essa frequência retorna para a origem, no caso, você! Então se você tem pensamentos negativos, de desânimo, tristeza, raiva, isso tudo vai voltar para você, por isso é tão importante que você cuide da qualidade dos seus pensamentos e aprenda a cultivar pensamentos mais positivos.
2ª – As suas companhias
As pessoas que estão a sua volta influenciam diretamente na sua frequência vibracional. Se você está ao lado de pessoas alegres, determinadas, você também entrará nessa vibração, agora se você se cerca de pessoas reclamonas e fofoqueiras, tome cuidado, pois elas podem estar diminuindo a sua frequência e como consequência te impedindo de fazer a lei da atração funcionar a seu favor.
3ª – Músicas.
As músicas são poderosíssimas, se você só escuta músicas que falam de morte, traição, tristeza, isso tudo vai interferir naquilo que você vibra. Preste atenção na letra das músicas que você escuta, elas podem estar diminuindo a sua frequência vibracional. E lembre-se você atrai para sua vida exatamente aquilo que você vibra.
musica-e-frequencia-vibracional-segredo.
4ª – Coisas que você assiste.
Quando você assiste muitos programas que abordem desgraças, mortes, traições, seu cérebro aceita aquilo como uma realidade e libera toda uma química no seu corpo, fazendo com que sua frequência vibracional seja afetada. Assista coisas que te façam bem e te ajudem a vibrar numa frequência elevada.
5ª – O Ambiente em que você fica.
Seja na sua casa ou seu trabalho, se você passa grande parte do tempo num ambiente desorganizado, sujo, feio, isso também afetará a sua frequência. Melhore o que está a sua volta, organize e limpe o seu ambiente. Mostre ao Universo que você está apto a receber muito mais. Cuide do que você já tem.
6ª – O que você fala.
Se você reclama ou fala mal das coisas e das pessoas, isso afeta a sua frequência vibracional. Para você manter a sua frequência elevada é fundamental que você elimine o hábito de reclamar e de falar mal dos outros. Então evite fazer dramas e se vitimizar. Assuma a responsabilidade pela sua vida.
7ª – Gratidão.
A Gratidão afeta positivamente a sua frequência vibracional, esse é um hábito que você incorporar agora mesmo na sua vida. Comece a agradecer por tudo, pelas coisas boas e ruins, pelas experiências que você já vivenciou. A gratidão abre às portas para que as coisas fluam positivamente na sua vida.
제비꽃같이조그마한그계집애가 꽃잎같이하늘거리는그계집애가 지구보다더큰질량으로나를끌어당긴다. 순간, 나는 뉴턴의사과처럼 사정없이그녀에게로굴러떨어졌다 쿵소리를내며, 쿵쿵소리를내며
심장이 하늘에서땅까지아찔한진자운동을계속하였다 첫사랑이었다.
(김인육·시인,
1963-)
A Física do amor Um objeto não precisa ser grande para ter grande massa. Aquela menina, tão pequena quanto uma violeta Aquela menina, flutuando no céu como pétalas de flor me atrai para ela com força maior que a exercida pela terra. Em um único momento Eu caí e rolei em sua direção, sem rima nem razão como a maçã de Newton. Com uma pancada. Com uma pancada dura._ Meu coração balançou entre o céu e a terra, num movimento pendular. Tal foi o momento em que me apaixonei pela primeira vez. (Kim In Yook - 1963)
Você perceberá que a sua consciência está realmente expandindo, logo saindo do módulo linear-cartesiano para o módulo quântico…
1) Quando se responsabiliza mas não se culpa.
Você é a causa de Tudo mas não tem culpa de nada (deixe a culpa nas instituições religiosas).
2) Quando se frustra mas se responsabiliza.
O outro nunca deve ser responsabilizado pelas suas frustrações.
3) Quando se responsabiliza com totalidade.
Você é 100% responsável por tudo que está vivendo ou pela realidade que está existindo.
4) Quando não mais se vitimiza.
Ninguém faz nada com você é você que faz a si mesmo. Portanto, ninguém te magoa é você que se deixa magoar; ninguém te machuca é você que é machucável; ninguém te ofende é você que se permite ficar ofendido, e assim por diante.
5) Quando sessam as expectativas sobre os outros
O outro não reencarna para te agradar ou fazer o que quer ou espera para Você ficar bem.
6) Quando preenche a si mesmo
Você deve suprir as tuas próprias necessidades emocionais e não projetá-las no outro em forma de carência. Pois carência é a necessidade de se dar e não de receber.
7) Quando reconhece o poder da solitude
Se sentir só, é a falta em si da sua própria presença e não de humanidade (pessoas ao seu redor).
8) Quando resgata o poder próprio
Nada tem Poder sobre você a menos que você dê o seu poder, pois você é o único Poder.
9) Quando percebe que Deus está disseminado em tudo, inclusive dentro de você mesmo.
Nada está acima de você, nem mesmo “Deus”, pois até mesmo “Deus”, o vácuo-quântico, está dentro da sua própria “carne”.
10) Quando nos aceitamos na igualdade e imperfeição
Você, o outro, ninguém é melhor ou pior, mais ou menos, todos são o que podem ser.
11) Quando nada compromete a liberdade
Sempre a melhor escolha é aquela em prol da sua liberdade.
12) Quando nos conscientizamos da imensidão viva do universo
Você não começa e nem termina em sua pele.
13) Quando sabe que se transcende a tudo e a todos
Você está aqui para se libertar de absolutamente tudo, inclusive de si mesmo, para que então possa amar tudo e ao próximo quanto a ti mesmo.
VIA: Horácio R. L. Frazão Textooriginal: http://www.resilienciamag.com/13-sintomas-consciencia-expansao/#
Sempre é preciso saber:
quando uma etapa chega ao final.
Se insistirmos em permanecer nela
mais do que o tempo necessário,
perdemos a alegria
e o sentido
das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos,
fechando portas,
terminando capítulos,
não importa o nome que damos.
O que importa é deixar no passado
os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedido do trabalho?
Terminou uma relação?
Deixou a casa dos pais?
Partiu para viver em outro país?
A amizade tão longamente cultivada
desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo
se perguntando por que isso aconteceu.
Pode dizer para si mesmo
que não dará mais um passo
enquanto não entender as razões
que levaram certas coisas,
que eram tão importantes e sólidas em sua vida,
serem subitamente transformadas em pó.
Mas atitude
será um desgaste imenso para todos:
seus pais, seu marido ou sua esposa,
seus amigos, seus filhos, sua irmã…
Todos estarão encerrando capítulos,
virando a folha,
seguindo adiante,
e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo…
no presente e no passado,
nem mesmo quando tentamos
entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará:
não podemos ser eternamente meninos,
adolescentes tardios,
filhos que se sentem culpados
ou rancorosos com os pais,
amantes que revivem
noite e dia
uma ligação com quem já foi embora
e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam
e o melhor que fazemos
é deixar que elas realmente possam ir embora.
Por isso é tão importante
(por mais doloroso que seja!)
destruir recordações,
mudar de casa,
dar muitas coisas para orfanatos,
vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível.
é uma manifestação do mundo invisível,
do que está acontecendo em nosso coração
e o desfazer-se de certas lembranças
significa também abrir espaço
para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora.
Soltar.
Desprender-se.
Ninguém está jogando
nesta vida com cartas marcadas.
Portanto, às vezes ganhamos e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo,
não espere que reconheçam seu esforço,
que descubram seu gênio,
que entendam seu amor.
Pare de ligar sua televisão emocional
e assistir sempre ao mesmo programa,
que mostra como você sofreu com determinada perda:
isso o estará apenas envenenando
e nada mais.
Não há nada mais perigoso.
que rompimentos amorosos que não são aceitos,
promessas de emprego
que não têm data marcada para começar,
decisões que sempre são adiadas
em nome do “momento ideal”.
Antes de começar um capítulo novo.
é preciso terminar o antigo:
diga a si mesmo que o que passou,
jamais voltará.
Lembre-se de que houve uma época…
em que podia viver sem aquilo,
sem aquela pessoa…
Nada é insubstituível,
um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio,
pode mesmo ser difícil,
mas é muito importante.
Encerrando ciclos.
Não por causa do orgulho,
por incapacidade, ou por soberba.
Mas porque simplesmente
aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta,
mude o disco,
limpe a casa,
sacuda a poeira.
É inegável que o Espiritismo tem conteúdo religioso, porque trata, de maneira clara, do problema da criatura em face do criador, estabelecendo princípios morais e filosóficos que ensejam aperfeiçoar-se para caminhar no rumo da perfeição.
Todavia, desde o seu início, há uma certa relutância em declará-lo religião. Como veremos mais adiante, Allan Kardec, apesar de reconhecê-lo filosoficamente como religião, se recusou a usar o termo para definir a Doutrina dos Espíritos.
É que a palavra religião se desgastou, no transcurso do tempo, pela deturpação que lhe impuseram as religiões.
À pergunta: O Espiritismo é uma religião? realmente, teremos que consultar, antes de tudo, o idioma de quem pergunta para buscar o significado da palavra religião, e examiná-lo em face dos princípios da Doutrina Espírita.
Como a Codificação Espírita nos veio do francês, através do trabalho de Allan Kardec, para que se o entenda, quando fala em religião, é muito importante buscar o seu significado original a fim de confrontá-lo com o do idioma para o qual seja vertido.
Segundo se lê no “Petit Larousse - Illustré”, edição de 1975, religião corresponde a : “culto prestado à divindade; doutrina religiosa: religião cristã”.
Examinando a primeira definição, faz-se necessário verificar o que entendem os franceses por culto. E no mesmo dicionário o verbete vem explicando como “homenagem que se presta a Deus: ofício divino”.
Como ainda a questão permanece obscura, precisamos deslinda-la, pesquisando o significado de ofício, que vem explicado,quanto à matéria religiosa, como sendo “conjunto de preces e de cerimônias litúrgicas”.
Substituindo-se, pelo seu significado, a palavra culto na primeira definição, teremos que religião é o conjunto de preces e cerimônias litúrgicas que se presta em homenagem à divindade.
Há que entender-se, ainda, que liturgia, no francês, significa “ordem de cerimônias e de preces determinada pela autoridade espiritual competente: Liturgia romana”.
E aqui a questão se complica porque no Espiritismo não existem cerimônias Litúrgicas.
A segunda definição – doutrina religiosa: religião cristã – no entanto, seria adequada e, nesse sentido, poderíamos afirmar, sem receios, que o Espiritismo é uma religião.
Acresce notar, ainda, que, nessa acepção – doutrina religiosa – , não está implícita a idéia de seita religiosa.
Peio que se deduz, no francês seria uma impropriedade dizer-se, por exemplo, religião católica, e isso se confere no já citado dicionário onde se lê: Catolicismo: “religião dos cristãos que reconhecem a autoridade do papa”. Portanto, uma facção dentro da religião cristã, ou uma seita, que no francês significa ”conjunto de pessoas que professam a mesma doutrina”, e “conjunto daqueles que se desligaram de uma comunhão religiosa: a seita dos adventistas”.
Como se vê, a segunda definição examinada palavra religião se preta inteiramente para qualificar o Espiritismo como sendo uma religião.
Na verdade, deveriam existir dois termos para nomear idéias tão distintas.
Em face disso e porque na opinião geral prevalecia o primeiro entendimento – culto – , Allan Kardec, como se verá adiante, para evitar confusão, não se arriscou a dizer que o Espiritismo era uma religião.
Só por isso, por uma simples questão de palavras.
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No idioma espanhol, no entanto, a questão é ainda mais delicada, como passamos a examinar.
Segundo o “Diccionario de la Lengua Española”, da Real Academia Española, edição 1970, religião significa: conjunto de crenças e dogmas acerca da divindade, de sentimentos de veneração e temor para com ela, de normas morais para a conduta individual e social e de práticas rituais, principalmente a oração e o sacrifício para prestar-lhe culto.
Há uma segunda acepção de: ordem, instituição religiosa, como por exemplo Religião Católica, Religião Protestante e Religião Natural que, a toda evidência, no entanto, fica atrelada à primeira definição acima transcrita.
Não é por outra razão que nossos confrades dos países de fala espanhola se recusam a admitir o Espiritismo como religião, uma vez que nesta palavra, para eles, está obrigatoriamente implícita a idéia de práticas rituais e sacrifícios no culto.
Ao alinharmos estas considerações, nos veio à memória conferência pronunciada na VIII Conferência regional da CEPA, em Miami, em maio de 1980, pelo confrade Dr. Pedro A. Barbosa de La Torre, na qual o orador, de invulgar capacidade, se esforçava para refutar a idéia de ser o Espiritismo uma religião, enfileirando comparações com o culto católico e todas as suas práticas rituais, o que nos chocou profundamente, pela aparente impropriedade do cotejamento, uma vez que, para nós, a palavra religião não estava necessariamente ligada à idéia de culto, e muito menos com o culto católico. Mas, para ele, estava.
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Realmente, na língua portuguesa, o termo religião não tem a mesma conotação dos idiomas examinados.
Conforme se lê no “Dicionário Escolar do Professor”, organizado por Francisco da Silveira Bueno, edição 1962, que é uma publicação oficial, do Ministério da Educação e Cultura, e mais popularizadas, para nós, religião significa: conjunto de práticas e princípios que regem as relações entre o homem e a divindade; doutrina religiosa.
Ora, aqui não se fala em rituais ou sacrifícios, e muito menos em liturgia.
O Espiritismo tem práticas e princípios e que lhe são próprios e que se dirigem ao relacionamento entre o homem e a divindade. De outra parte, é, indiscutivelmente, uma doutrina religiosa.
Para nós não há qualquer obstáculo, de origem semântica, que nos impeça definir o Espiritismo como religião.
Aliás, o povo aceita essa idéia pacificamente sem confundi-la com as práticas e princípios de outras religiões.
Não é uma impropriedade dizer-se aqui no Brasil, a Religião Espírita; e nem isso pode sugerir a idéia de cultos, com cerimônias litúrgicas, que não estão implícitas na palavra religião, nem palavraculto a qual, segundo o Dicionário mencionado, significa adoração, veneração, que necessariamente não se fazem com práticas litúrgicas.
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Feitas estas considerações, verifiquemos como situou a questão o lúcido Codificador da Doutrina Espírita, em discurso que proferiu na Sessão Anual Comemorativa dos Mortos, na Sociedade de Paris, em 1º de novembro de 1868 e que se acha publicada na “Revista Espírita” de dezembro de 1868, ano XI, nº 12(Revista Espírita – ano 1868 – Edicel – págs.356/360, tradução de Júlio de Abreu Filho):
“Dissemos que o verdadeiro objetivo das assembléias religiosas deve ser a comunhão de pensamento; é que, com efeito, a palavra religião quer dizer laço. Uma religião, em sua acepção nata e verdadeira, é um laço que religa os homens numa comunidade de sentimentos, de princípios e de crenças. Consecutivamente, esse nome foi dado a esses mesmos princípios codificados e formulados em dogmas ou artigos de fé. E´neste sentido que se diz: a religião política; entretanto, mesmo nesta acepção, a palavra religião não é sinônimo de opinião; implica em uma idéia particular; a de fé conscienciosa; eis porque se diz também: a fé política.”
“O laço estabelecido por uma religião, seja qual for o seu objetivo, é, pois, um laço essencialmente moral, que liga os corações, que identifica os pensamentos, as aspirações, e não somente o fato de compromisso materiais, que se rompem à vontade, ou da realização de fórmulas que falam mais aos olhos do que ao espírito. O efeito desse laço moral é o de estabelecer entre os que ele une, como conseqüência da comunidade de vistas e sentimentos, a fraternidade e a solidariedade, a indulgência e a benevolência mútuas. É nesse sentido que também se diz: a religião da amizade, a religião da família.
Se assim é, perguntarão, então o Espiritismo é uma religião? Ora, sim, sem dúvida senhores. No sentido filosófico, o Espiritismo é uma religião, e nós nos glorificamos por isto porque é a doutrina que funda os elos da fraternidade e da comunhão de pensamentos, não sobre uma simples convenção, mas sobre bases mais sólidas: as mesmas leis da natureza.
Por que, então, declaramos que o Espiritismo não é uma religião? Porque não há uma palavra para exprimir duas idéias diferentes, e que, na opinião geral, a palavra religião é inseparável da de culto; desperta exclusivamente uma idéia de forma, que o Espiritismo não tem. Se o Espiritismo se dissesse uma religião, o público não veria aí senão uma nova edição, uma variante, se se quiser, dos princípios absolutos em matéria de fé; uma casta sacerdotal com o seu cortejo de hierarquias, de cerimônias e privilégios; não o separaria das idéias de misticismo e dos abusos contra os quais tantas vezes se levantou a opinião publica.
Não tendo o Espiritismo nenhum dos caracteres de uma religião, na acepção usual do vocábulo, não podia nem devia enfeitar-se com um título sobre cujo valor inevitavelmente se teria equivocado. Eis porque simplesmente se diz: doutrina filosófica e moral.”
“Crer num Deus todo-poderoso soberanamente justo e bom; crer na alma e em sua imortalidade; na pré-existência da alma como única justificação do presente; na pluralidade das existências como meio de expiação; de reparação e de adiantamento moral e felicidade crescente com a perfeição; na equitável remuneração intelectual; na perfectibilidade dos seres mais imperfeitos; na do bem e do mal conforme o princípio: a cada um segundo as suas obras; na igualdade da justiça para todos, sem exceções, favores nem privilégios para nenhuma criatura; na duração da expiação limitada pela imperfeição; no livre arbítrio do homem, que lhe deixa sempre a escolha entre o bem e o mal; crer na continuidade que religa todos o seres passados, presentes e futuros, encarnados e desencarnados; considerar a vida terrestre como transitória e uma das fases da vida do Espírito, que é eterna; aceitar corajosamente as provações, em vista do futuro mais invejável que o presente: praticar a caridade em pensamentos, palavras e obras na mais larga acepção da palavra; esforçar-se cada dia para ser melhor que véspera, extirpando alguma imperfeição de sua alma; submeter todas as crenças ao controle do livro exame e da razão e nada aceitar pela fé cega; respeitar todas as crenças sinceras, por mais irracionais que nos pareça e não violentar a consciência de ninguém; ver enfim nas descobertas da ciência a revelação das leis da natureza, que são as leis de Deus: eis o credo, a religião do Espiritismo, religião que pode conciliar com todos os cultos, isto é, com todas maneiras de adorar a Deus. É o laço que deve unir todos os Espíritas numa santa comunhão de pensamentos, esperando que ligue todos os homens sob a bandeira da fraternidade universal.”
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O Espiritismo é uma religião?
Se a pergunta for feita na França ou em país de idioma espanhol, o mais prudente será copiar a atitude de Allan Kardec e dizer que, filosoficamente, o Espiritismo é uma religião, mas, no sentido vulgar do termo não, porque lhe falta qualquer prática litúrgica.
Se, porém, a pergunta for feita no Brasil, poderemos responder que sim, o Espiritismo é uma religião, na acepção vernácula do termo.
É indubitável que os princípios e ações contidos no “credo”, acima transcrito, elaborado pelo codificador, caracterizam uma religião, e uma religião respeitável e sublime.
E essa diferença toda porque o idioma dos homens não contém palavras adequadas para definir cada idéia.
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A propósito de palavras, é oportuno que se examine, finalmente, uma outra questão, de conotação religiosa, suscitada, entre nós, pelo problema das palavras.
Quando Allan kardec principiou “O Livro dos Espíritos”, sua primeira preocupação, como se vê na “Introdução” , foi criar termos especiais para a Doutrina.
Assim é que criou o termo Espiritismo para diferenciá-lo do espiritualismo, que abriga muitas doutrinas que não são idênticas à Espírita.
Espiritismo, portanto, deveria ser – e essa foi a intenção – um termo particular, para designar a Doutrina Espírita contida nos livros da Codificação, entre os quais temos “O Evangelhosegundo o Espiritismo” que, por sua vez, incorporou os ensinos de Jesus Cristo, contidos nos evangelhos.
Ocorre que, atualmente, costuma-se designar por Espiritismo qualquer corrente que a se ocupe com a manifestação dos Espíritos, sem examinar-se o conteúdo de sua doutrina.
Por zelo igual ao de Allan kardec no uso das palavras, é de supor, os Espíritos, nas obras escritas de nossa bibliografia mediúnica, passaram a se expressar com os termos Espiritismo Cristão e Espiritismo Evangélico, com o fim de se evitar confusão e evidenciar tratar-se da Doutrina Espírita, que se assenta sobre os fundamentos cristãos contidos na Codificação Kardeciana.
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Respondendo, a Allan Kardec, a questão n.º28 de “O Livro dos Espíritos”, assim se manifestaram os Espíritos:
“As palavras pouco nos importam. Cabe a vós formular linguagem adequada a vos entenderdes. As controvérsias surgem, quase sempre, por não vos entenderdes sobre as palavras, visto que vossa linguagem é incompleta para exprimir as coisas que não ferem vossos sentidos.”
Portanto, o problema, que aqui tratamos, é de todos os tempos, a suscitar as mesmas incompreensões.
Na verdade, o capricho dos dicionaristas em definir as palavras ao sabor de suas próprias inclinações e interesses, e a ignorância das massas, que têm dificuldade para assimilar idéias novas, podem conduzir a muitas contendas inúteis em torno de simples palavras.
As palavras nascem de imagens. Se, às vezes, podem degradar-se, as imagens que as geraram, no entanto, permanecem inalteradas, reclamando apenas novas formas de expressão.
A mensagem da Doutrina Espírita, desde o início, está revestida de claridades inequívocas, e se revela, por si mesma, como uma doutrina religiosa de vanguarda para sustentar os conhecimentos dos tempos novos.
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Registremos alguns apontamentos do Benfeitor Espiritual Emmanuel, extraída do livro “Opinião Espírita”, 4a. ed CEC, 1973, psicografado por Francisco Cândido Xavier.
“Todos aqueles que negam a feição religiosa do Espiritismo, recusando-lhe a posição de Cristianismo Restaurado, decerto, ainda não abarcaram, em considerações mais amplas, a essência evangélica em que se lhe estruturam os princípios, nos mais ìntimos fundamentos.” (pág. 194)
“Cremos de boa fé que todos os companheiros, propositalmente distanciados da tarefa religiosa do Espiritismo, assim procedem, diligenciando imunizar-nos contra a supertição e o fanatismo, que a plataforma libertadora da própria Doutrina Espírita nos obriga a remover, mas, sinceramente, não entendemos a Nova Revelação sem o Cristianismo, a espinha dorsal em que se apóia. Isso acontece, porque, se após dezenove séculos de teologia arbitrária, não chegaríamos compreender agora, no mundo, o Evangelho e Jesus Cristo, sem Allan Kardec, manda a lógica se proclame que o Espiritismo e Allan Kardec se baseiam em Jesus Cristo, de ponta a ponta.” (pág. 196)
“Muitos companheiros, sob a alegação de que todas as religiões são boas e respeitáveis, julgam que as tarefas espíritas nada perdem por aceitar a enxertia de práticas estranhas à simplicidade que lhe vige na base, lisonjeando indebitamente situações e personalidade humanas, supostas capazes de beneficiar as construções doutrinárias do Espiritismo.” (pág. 92)
“Reflitamos nisso e compreenderemos que assegurar a simplicidade dos princípios espíritas, nas casas doutrinaria, para as suas atividades atinjam a meta da libertação espiritual da humanidade não é fanatismo e nem rigorismo de espécie alguma, porquanto, agir de outro modo seria o mesmo que devolver um mapa luminoso ao labirinto das sombras, após séculos de esforço e sacrifícios para obtê-lo, como se também, a pretexto de fraternidade, fôssemos obrigados a desertar do lar para residir nas penitênciarias; a deixar o caminho reto para seguir pelo cipoal; a largar o prato saudável para ingerir a refeição deteriorada e desprezar a água potável por líquidos de salubridade suspeita.
Em Doutrina Espírita, pois, seja compreensível afirmar que é certo respeitar tudo e beneficiar sem complicar a cada um de nossos irmãos, onde quer que se encontrem, mas não podemos aceitar tudo e nem abraçar tudo, a fim de podermos estar certos.” (pág. 94).
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Como se vê, querer retirar, da Doutrina Espírita, o seu conteúdo religioso, por vaidades de passageiras posições no mundo, ou pretender tisná-la com a enxertia de princípios marginais, à conta de suposto universalismo, constituem posições enganosas que se esfumarão, a curto tempo, porque sendo o Espiritismo a Doutrina dos Espíritos, será sempre sustentado por eles na sua feição inseparável de Cristianismo Redivivo.